<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-25676763</id><updated>2011-04-21T12:08:45.071-07:00</updated><title type='text'>O RELOJOEIRO</title><subtitle type='html'>"Literatura é um ato de amor e outro de determinação" J.L.N</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://literaria-orelojoeiro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25676763/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaria-orelojoeiro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>literaria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09219143003322996553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_TA4uiGuSExY/R-SFyBqMDDI/AAAAAAAAAKc/DJWSAiFc0zw/S220/eu.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25676763.post-114452416475572968</id><published>2006-04-08T12:20:00.000-07:00</published><updated>2006-05-23T09:57:47.256-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4282/2686/1600/orelojoeiro.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4282/2686/320/orelojoeiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;O relojoeiro&lt;br /&gt;(poemas publicados em agosto de 2000, edição do autor) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25676763-114452416475572968?l=literaria-orelojoeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaria-orelojoeiro.blogspot.com/feeds/114452416475572968/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25676763&amp;postID=114452416475572968' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25676763/posts/default/114452416475572968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25676763/posts/default/114452416475572968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaria-orelojoeiro.blogspot.com/2006/04/o-relojoeiro-poemas-publicados-em.html' title=''/><author><name>literaria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09219143003322996553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_TA4uiGuSExY/R-SFyBqMDDI/AAAAAAAAAKc/DJWSAiFc0zw/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25676763.post-114452220540029178</id><published>2006-04-08T11:47:00.000-07:00</published><updated>2006-05-23T09:58:09.016-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;As Sombras das Horas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cláudio PortellaPoeta, crítico e editor-adjunto da revista PajéUrbe. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falemos de influências; falemos de Gregório de Matos, Augusto dos Anjos e Wenceslau de Queiroz, 1. Gregório de Matos: advém do Boca do inferno, a oratória, a entonação silábica (favor não confundir com rima). 2. Augusto dos Anjos: talvez o mais influente poeta brasileiro, visto seu livro EU, ser um dos mais lidos no Brasil. Dele herdou a consciência do trabalho poético dos conceitos, e suas variante da palavra morte: Obscura Solidão, falando de flores, Transcendência de um poeta suicida, e não se cogita; são bons exemplo do labor. 3. Wenceslau de Queiroz: desse poeta paulista, contemporâneo e preconizador de Augusto dos Anjos, o germe é a profanação, dessacralização. Comparemos o soneto do livro Rezas do Diabo (1939 – Póstumo), de Wenceslau: Arte maldita! Circe feiticeira!/Bebi também teu philtro de estramonio/Para sonhar a minha vida inteira/No meio deste humano pandemônio;/Para não ver, numa feliz cegueira,/Da realidade e o negro horror gorgonio,/Fugindo assim à multidão rasteira/Sobre as azas rebelde do demônio/Interpretando os symbolos eternos/Da natureza, encantos e pavores/Gosto de quem percorre céus e infernos/E vou crystalizando no meu verso/- no meu verso onde estalam tantas dores, -/O sonho astral do coração perverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Obscura Solidão, do nosso novo poeta: eis a exuberância do teu/eu universo/ocultando-se na servidão/do eu inatingível/procuro-te no obscuro mas vejo-te/límpida e /singela/no entanto – na solidão das trevas –/restam-te apenas demônios,/ódios, delírios e uma surda melancolia/pois o desdém das sombras e a volúpia/ao obscuro é o que te inspira/agora contemplo teu ambiente/hostil e fúnebre/o escárnio à vida, por noites onde não há flores,/e a cercam de sombras, sombras, sombras....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preocupação mor do poeta é com o tempo. Um tempo sem conjugações, onde, o que impera é a permanência humana, do amálgama ao elemento superior. Daí O Relojoeiro ser o título (e é no título que ficou humanamente decretado a síntese desse superior que vos falo) preciso para o primeiro livro do nosso novo poeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos por definição de relojoeiro aquele que fabrica ou concerta relógios. Os relógios aqui são os poemas. Fabricá-los ou concertá-los exige do poeta um entrega sublime. O poeta é o relojoeiro que com extrema paciência e delicadeza lapida as sutis engrenagens do poema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poema que dá título ao livro, subdivide-se em cinco. Cada um deles repensa o tempo, tic-tac do relógio dentro de uma óptica personal. Cinco personagens descrevem os efeitos do tempo, que no caso é o trabalho de um Deus desconhecido, em seus corpos e espíritos. Os relatos estão a mercê desse Deus desconhecido, cujo poeta chama de O Relojoeiro. Obra prima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamei o autor desse corajoso livro (corajoso por não coadunar com nenhum modismo importado) de nosso jovem poeta, nosso novo vate. Chegou. Chegou o momento de dizer-lhe o nome com todas as letras por tratar-se de um poeta maior, na vereda (longe da estrada dos tijolos amarelos) de um estilo próprio, contudo, um poeta maior: José Leite Netto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leiam O Relojoeiro sem se preocuparem com o tempo passado presente ou futuro. Esse livro atemporal as horas inexistem. Restam apenas os ponteiros a marcarem no solo as sombras dos momentos. Agora, José Netto é um poeta eterno. Nem precisam gravar o nome.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25676763-114452220540029178?l=literaria-orelojoeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaria-orelojoeiro.blogspot.com/feeds/114452220540029178/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25676763&amp;postID=114452220540029178' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25676763/posts/default/114452220540029178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25676763/posts/default/114452220540029178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaria-orelojoeiro.blogspot.com/2006/04/as-sombras-das-horas-cludio.html' title=''/><author><name>literaria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09219143003322996553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_TA4uiGuSExY/R-SFyBqMDDI/AAAAAAAAAKc/DJWSAiFc0zw/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
